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Nesta espiral de abundantes mudanças

vez ou outra temo a sensação de incoerência da minha própria vida. Para não me deixar abalar, procuro visualizar a linha que conecta tudo, cada recorte, o elo entre as cadeias de certezinhas. Não importa que minha linha seja toda remendada, com distintas cores, tamanhos e texturas: o importante é que ela exista e que eu seja capaz de ressignificá-la de tempos em tempos.