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A mostrar mensagens de Abril, 2014

Curso de Lírica Grega - Elegia

Começamos o curso de Lírica Grega com a professora Adriane Duarte estudando o gênero lírico conhecido como Elegia. 
LÍRICA
Vimos que o termo “lírica” surge tardiamente na Grécia para denominar o conjunto de poesias que não são épica nem dramáticas. Mais tarde, no século XIX, passou a ser associada ao reino da subjetividade e experiência do indivíduo. O termo, no entanto, é insuficiente, gerando debates intensos.

O nome e a natureza da literatura comparada - René Wellek

René Wellek dá partida ao seu ensaio propondo-se a distinguir os significados da expressão “literatura comparada” por meio da lexicografia e semântica histórica.  Pretende, portanto, fazer um panorama das características e dificuldades dessa disciplina, assumindo uma perspectiva ampla e sem perder o rigor metodológico. Seus elementos fundamentais são: crítica, história e teoria. 

Questões de forma - Roberto Schwarz

Em as Ideias fora do lugar, vimos que Schwarz analisou a disparidade histórica entre a sociedade brasileira do século XIX e as ideias do liberalismo europeu, defendidas desde o Iluminismo, como a liberdade do trabalho, a igualdade perante a lei, a noção de universalismo e a autonomia do sujeito.

Literatura e sociedade - Antonio Candido

Veremos, nos dois ensaios a seguir, reflexões de Antonio Candido sobre tensões da literatura entre os séculos XIX e XX. 
A literatura, para o autor, é um sistema vivo de obras, agindo uma sobre as outras e sobre os leitores. O ato de escrever por si só não configura literatura, pois o autor depende sempre do público (que é uma massa abstrata, “imaginada”.). Haveria então uma relação entre o eu e o outro. Escrever e ler seriam correlativos dialéticos, pois escrever é propiciar a manifestação alheia.

Brasil, por Vanessa Jukemura

http://vamyliricas.blogspot.com.br/

Nação e reflexão - Paulo Arantes

O ensaio estudado abaixo é a teoria de Benedict Anderson aplicada ao Brasil por Paulo Arantes, analisando a relação colonial da perspectiva internacional. Para Anderson, é o nacionalismo que cria as nações, que seriam um artefato constructo, imaginado. Gellner teria sido o primeiro a pensar na ideia de nação com invenção, criação. Anderson aperfeiçoou a ideia, sugerindo que teria sido criada nas colônias e ex-colônias. A partir da independência americana, as colônias passaram a se separar e a formar nações. Assim, o sistema colonial teria sido um dos fatores explicativos para a ideia moderna e burguesa de nação. Os movimentos pela independência nas colônias foram feitos pelas elites, o que marca seu caráter ambíguo, pois se opõem à metrópole, mas continuam subjugado índios e africanos. De um lado, o creollo sente-se irmanado com o subalterno; de outro, segue explorando-o.

Banda Batuntã

Dia 11 de abril de 2014.

A primeira novidade foi o Auditório do Ibirapuera. Edifício lindíssimo do Niemeyer.



A segunda novidade foi este espetáculo:

Nunca tinha ouvido falar. Fui chamada por acaso por uma amiga e topei ir sem ouvir nada antes para não estragar a surpresa. E que surpresa!
A banda é de 1999. Uma mistura de percussão, instrumento de sopro, teclado, baixo, voz, garrafas, peças de carro... 

No SITE da banda, dá pra ouvir o som deles, fazer download e ver vídeos.

Eu particularmente gostei de uma música chamada Drum'n Braço. E tem disponível no Soundcloud também.

Trabalho jornalístico de Machado de Assis

Lucia Granja inicia seu ensaio “Introdução geral à crônica de Machado de Assis” expondo um panorama do trabalho jornalístico de Machado de Assis no começo de sua carreira, que passou por jornais de cunho político, literário, comercial e humorístico, principalmente. A ênfase da análise, porém, está nas crônicas, críticas e agudas, publicadas pelo escritor no Diário do Rio de Janeiro. 

Crônicas e fait divers

O longo ensaio de Marlyse Meyer já parte de uma afirmação contida no próprio título: “de variedades e folhetins se faz a chronica”. As subdivisões do ensaio são: Machado de Assis, folhetins e folhetinistas; À busca da “nova identidade”; O “folhetins”: um espaço vazio e Concluindo, que, por sua vez, são divididas em subtópicos.